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sábado, 18 de junho de 2011

REAJUSTES SALARIAIS DE PROFESSORES DA REDE PRIVADA, ENFIM DEFINIDOS!

Definidos reajustes salariais dos professores da educação básica

Na capital, o reajuste salarial foi de 7,5%, para os salários dos professores da educação básica em geral, e de 9,20% para o piso salarial. Para os professores do interior, as negociações resultaram em reajuste de 7,0%, para os salários em geral, e de 10,16% para o piso salarial.

Estão definidos os índices de reajuste salarial da educação básica, na capital e no interior de Goiás. Durante quase dois meses, o Sindicato dos Professores do Estado de Goiás fez uma ampla mobilização dos docentes, enquanto realizava sucessivas rodadas de negociações com os sindicatos que representam as instituições de educação básica e do ensino superior.
Na capital, as negociações do Sinpro-GO foram com o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino de Município de Goiânia (Sepe). Está acordado que os professores da educação básica da capital estão com seus salários reajustados em 7,5%, e o salário-aula está reajustado de 9,20%, sobre os valores vigentes em abril, passando de R$ 5,95 para R$ 6,50.

Para os professores de outras cidades goianas, o Sipro-GO realizou negociações com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Goiás, assegurando índice de reajuste de 7,0%, retroativos a 1º de maio de 2011. O reajuste do piso salarial, para os docentes que atuam fora da capital, foi de 10,16%, elevando-se de R$ 5,90 para R$ 6,50.

Com esse reajuste, a partir de 1º de maio, o piso salarial dos professores passa a ter o mesmo valor, em toda a base territorial do Sindicato dos Professores do Estado de Goiás – que não inclui nem Rio Verde nem Anápolis, onde a categoria organiza-se em outros sindicatos.

Importante ressaltar que os reajustes, todos superiores à inflação, têm de ser pagos de uma única vez sobre os valores devidos em abril de 2011 – sem qualquer parcelamento.

Educação superior

O Sinpro-GO continua a manter negociações com a representação patronal da educação superior, um setor empresarial que, mesmo com seus lucros crescentes, em uma atitude de desprezo pelos professores e professoras, insiste em manter salários achatados e corroídos pela inflação.